background image
email
twitter
facebook
PT
ENG
Aventura Fantástica PT

sábado, 1 de setembro de 3855

142


    Aproximas-te do homem e após verificares a sua pulsação depressa concluis que está apenas desmaiado. Agora só te falta saber que tipo de pessoa será, um seguidor do mal ou apenas mais uma vítima inocente de Zorkan? Na realidade, em breve o vais descobrir pois ele começa a recuperar os sentidos. Ainda algo combalido, levanta o tronco e deixa-se ficar sentado no chão. «Mas que raio de dor de cabeça!», queixa-se. «Bem, não reconheço este local. Como foi que vim aqui parar?», pergunta-te esperando respostas. Explicas-lhe então o que aconteceu e mostras a metade da pedra de âmbar ao mesmo tempo que lhe perguntas se alguma vez viu algo semelhante. «Claro que já vi, então se fui eu mesmo que parti a que tens aí na mão. Mas afinal o que interessa isso para o meu caso?», pergunta-te parecendo realmente confuso. Percebes agora que não foste suficientemente esclarecedor e contas-lhe a história toda desde o início. Quando terminas, reparas que a sua expressão mudou. «Peço desculpa... não sei o que dizer... mas como é que podia adivinhar que aquela simples pedra de âmbar continha presa a alma de um bruxo demoníaco?!», lamenta-se parecendo realmente zangado consigo mesmo. Acreditas que está a ser sincero e por isso resolves apresentar-te. «Eu sou Jark Algard, um mero aprendiz de feiticeiro oriundo da cidade de Chalice», apresenta-se ele por sua vez. «Como deves saber, este tipo de âmbar é muito raro, mas acontece que quando é moído torna-se também num excelente ingrediente para fazer poções dos mais variados tipos. Bem, tudo isto começou quando o meu velho mestre resolveu pôr-me à prova enviado-me à procura de âmbar. Após algumas dezenas de buscas infrutíferas noutros locais, ouvi então rumores do âmbar das cavernas da Floresta Sombria. Resolvi tentar a minha sorte uma última vez e acabei por encontrar uma grande pedra de âmbar, com um brilho como nunca tinha visto. Podes adivinhar a minha felicidade, porém, como calculei que o meu mestre provavelmente quereria o âmbar já moído, resolvi começar por quebrá-lo com a ponta do cabo da minha espada. Notei que se partiu em três, mas depois... nada... creio que desmaiei», termina. Vira para o 143.



Ilustração: anndr @ deviantart

 

abismo (1) água (1) aldeia (3) alho (1) Allansia (2) âmbar (6) amuleto (1) anão (4) anel (2) aparição (1) armadilha (1) armário (3) artefactos (1) árvores (8) aventura (1) aventuras fantásticas (1) aventureiro (1) aves (1) azar (2) basilisco (2) beladona (2) besta (1) blog (1) bruxa (3) bruxo (8) cabana (3) cadáver (1) caldeirão (2) capacete (2) carne (1) carris (1) casacos (1) caverna (3) chamas (2) chuva (2) ciclope (7) cinzas (1) cobertores (1) combate (1) combates (1) copo (1) criatura (2) cristal (2) cruzamento (2) dados (1) destruição (1) dor (1) dragão (4) escuridão (4) espada (4) espelho (1) esqueletos (1) estátuas (2) fadas negras (8) fantasma (1) Feiticeira das Neves (1) feiticeiro (2) feitiço (4) floresta (5) floresta da morte (1) fogo (4) fonte (1) força (1) fumo (1) garras (1) gelo (1) gemidos (1) gigante (2) golem (1) grito (1) gritos (1) guardião (3) herói (1) hobgoblins (2) homem-macaco (1) Ian Livingstone (1) ilusão (1) ilusionista (2) insectos (1) jogo (1) Kappa (8) lagarto (3) livro (2) livro-jogo (1) lobisomem (5) lua (2) luta (1) macaco (1) machado (1) magia (2) magia negra (1) mansão (1) mina (2) mineiro (2) minotauro (3) mochila (1) moedas (1) montanhas (3) morte (3) mortos vivos (1) neblina (3) neve (3) noite (2) ogre (1) orcos (1) orcs (1) ouro (3) pedra (2) perícia (3) poção (3) poço (3) ponte (2) pontuações (1) porta (2) quadro de marcações (1) refeições (1) rio (3) Roque (1) rpg (1) sangue (3) sapo (2) sasquatch (1) seiva (1) sonho (1) sorte (3) Steve Jackson (1) templo (5) tentáculos (1) Titan (1) torre (1) trasgo (2) treino (1) troll (1) urso (2) vampiras (1) vela (1) velho (1) vento (1) vidente (1) vitória (1) Yaztromo (1) zombie (1) zombies (4)